Capítulo quatro
O plano
Lanna estava feliz.
Finalmente conseguiu sair da enfermaria.
Depois de Duas semanas, seu corpo não doía mais.
Andava pela escola livremente e geralmente acompanhada das amigas.
Com exceção de Vanessa. As duas ainda estavam brigadas.
Harry havia dado um tempo com Cho, desde que ela havia entregado a ‘Armada de Dumbledore’ a Umbrige.
Felizmente, Lanna se livrou do castigo porque estava na enfermaria.
Ele ficou uma semana tentando se comunicar com ela sem sucesso, já que sempre tinha um ‘Esquadrão de Amigas’ de Cho Chang dispostas a afastá-los.
O jeito foi marcar um encontro escondido.
Quando chegou ao seu destino, parou hesitante, na porta de entrada do Corujal e seu único pensamento era “o que ele quer comigo?”
Diversas coisas passaram na cabeça dela nesse meio tempo, algumas as fizeram corar, até que, finalmente, a curiosidade venceu a timidez e quando ela ia abrindo a porta, alguém do outro lado foi mais rápido, fazendo-a cambalear para trás.
Mas antes que fosse de encontro ao chão, Harry a segurou firmemente em seus braços e isso foi o suficiente pra ela reconhecer seu cheiro.
- Harry me desculpe! Eu... Me desequilibrei.
- Claro... Vive acontecendo com você, não é? – disse ele sem graça
Lanna estava feliz.
Finalmente conseguiu sair da enfermaria.
Depois de Duas semanas, seu corpo não doía mais.
Andava pela escola livremente e geralmente acompanhada das amigas.
Com exceção de Vanessa. As duas ainda estavam brigadas.
Harry havia dado um tempo com Cho, desde que ela havia entregado a ‘Armada de Dumbledore’ a Umbrige.
Felizmente, Lanna se livrou do castigo porque estava na enfermaria.
Ele ficou uma semana tentando se comunicar com ela sem sucesso, já que sempre tinha um ‘Esquadrão de Amigas’ de Cho Chang dispostas a afastá-los.
O jeito foi marcar um encontro escondido.
Quando chegou ao seu destino, parou hesitante, na porta de entrada do Corujal e seu único pensamento era “o que ele quer comigo?”
Diversas coisas passaram na cabeça dela nesse meio tempo, algumas as fizeram corar, até que, finalmente, a curiosidade venceu a timidez e quando ela ia abrindo a porta, alguém do outro lado foi mais rápido, fazendo-a cambalear para trás.
Mas antes que fosse de encontro ao chão, Harry a segurou firmemente em seus braços e isso foi o suficiente pra ela reconhecer seu cheiro.
- Harry me desculpe! Eu... Me desequilibrei.
- Claro... Vive acontecendo com você, não é? – disse ele sem graça
– Queria conversar com você... Sobre o que houve...
- O que houve?
- Por favor, não se faça de desentendida, é difícil pra mim tocar nesse assunto... Eu te coloquei em perigo... Eu devia ter imaginado que ele iria colocar um espião aqui pra me vigiar... Devia ter imaginado que ele estava se referindo a você... – Sua voz falhou.
A culpa o consumia.
A culpa o consumia.
- Não, não! Tudo bem, eu tô bem, não me machuquei tanto...
- Eu fiquei aterrorizado! Encontrei com a Cho depois que te deixei. Foi aí que ela me disse que Diego tinha tido uma visão e... Você sabe o que ele viu.
- Sei.
- E... Sobre... – ele começou a tremer.
- Fala Harry, não me mate de curiosidade!
- O que você disse...
- O que foi que eu disse? - Perguntou assustada.
- O que foi que eu disse? - Perguntou assustada.
- Você não se lembra?
- Não... Só lembro de ter escutado um barulho, a dor, e o chão frio - e ela estremeceu com as lembranças.
- Me lembro de poucas coisas, e queria não me lembrar de nada!Harry notou o desconforto de Lanna, pelo ocorrido e mudou de assunto.
- Harry! Desculpe-me...
- Tudo bem Lanna.
- mas o que eu disse?
- Nada de importante... – mentiu ele.
Depois de algum tempo, os estudos aumentaram tanto que ela ficou sem tempo até para as amigas. Quase não conseguia falar com Lorenna, que sofria um problema horrível de indecisão.
Há quem diga que o amor e o ódio são sentimentos bem próximos.
Isso é meio que verdade e Lorenna sabe disso muito bem.
- Me lembro de poucas coisas, e queria não me lembrar de nada!Harry notou o desconforto de Lanna, pelo ocorrido e mudou de assunto.
- Harry! Desculpe-me...
- Tudo bem Lanna.
- mas o que eu disse?
- Nada de importante... – mentiu ele.
Depois de algum tempo, os estudos aumentaram tanto que ela ficou sem tempo até para as amigas. Quase não conseguia falar com Lorenna, que sofria um problema horrível de indecisão.
Há quem diga que o amor e o ódio são sentimentos bem próximos.
Isso é meio que verdade e Lorenna sabe disso muito bem.
- Eu ainda quebro a cara desse garoto... Como... Como ele consegue ser tão... Tão... Tão mimado?Resmungou para as suas amigas, ao chegar ao pátio
- Que garoto?Perguntou a Vanessa com os pensamentos em Edward.
- Vanessa tá com a cabeça nas nuvens... Claro que a Lola tá falando do Malfoy – disse Emily, aparecendo ao lado delas.
- Não fala o nome desse garoto... Eu vou explodir de tanta raiva... Se ele aparecer!Mas ela foi interrompida por Vanessa que havia “voltado ao planeta Terra "
- Não fala o nome desse garoto... Eu vou explodir de tanta raiva... Se ele aparecer!Mas ela foi interrompida por Vanessa que havia “voltado ao planeta Terra "
- amiga, o que ele fez dessa vez?
- Aposta quanto que é bobagem? - Disse Emily bem baixinho.
- EU OUVI ISSO E FIQUE A SENHORA SABENDO QUE NÃO É NENHUMA BOBAGEM! – berrou ela.
- Que negooço! Se acalme! E conta pra gente o que aconteceu... – continuou Emily quando viu que os olhos dela mudaram de cor.
- Aquele filho da mãe está espalhando por toda Hogwarts que A GENTE VOLTOU!
- Mas porque isso agora? - Perguntou a Vanessa prestando mais atenção a história
- Aquele filho da mãe está espalhando por toda Hogwarts que A GENTE VOLTOU!
- Mas porque isso agora? - Perguntou a Vanessa prestando mais atenção a história
- Porque? – disse ironicamente.
Suas unhas iam crescendo espantosamente.
- Sei lá! – continuava ela - porque ele é um idiota, mimado, filhinho de papai, estúpido, arrogante, prepotente...
Parou de falar por um momento, vendo que Yukka se juntou as amigas.
Suas unhas iam crescendo espantosamente.
- Sei lá! – continuava ela - porque ele é um idiota, mimado, filhinho de papai, estúpido, arrogante, prepotente...
Parou de falar por um momento, vendo que Yukka se juntou as amigas.
- Falando de Draco Malfoy...
Ao falar o nome dele, fez cara de nojo.
- Antes do almoço? – continuou - Isso pode estragar o apetite! Lorenna está até com os olhos vermelhos... Aff... Espero que tenham um Bom dia meninas. - Disse a senhorita Kasaesu sentando ao lado de Vanessa.
Ao falar o nome dele, fez cara de nojo.
- Antes do almoço? – continuou - Isso pode estragar o apetite! Lorenna está até com os olhos vermelhos... Aff... Espero que tenham um Bom dia meninas. - Disse a senhorita Kasaesu sentando ao lado de Vanessa.
- É eu também espero... Eu... Eu... Eu vou... É eu vou dar uma volta! A gente se vê mais tarde. - E Lorenna saiu toda apressada, reparando em sua transformação.
- O que aconteceu com ela? - Perguntou Brunna Gregorovitch curiosa.
- O que aconteceu com ela? - Perguntou Brunna Gregorovitch curiosa.
- Malfoy andou inventando umas histórias com o nome dela do tipo “estamos juntos” – respondeu Yukka.
- Ah... Antes que eu esqueça... Lanninha meu amor - começou Yukka quando viu Lanna passar pelo corredor.
Tinha um sorriso malicioso no rosto.
- ...Tem alguém te esperando na biblioteca e se eu fosse você... Não o faria esperar mais!
Olhou para Vanessa que sorria para ela – mas a ignorou completamente – Então Olhou para Emily que estava com o mesmo sorriso.
Saiu correndo e foi direto ao encontro do seu amado
- Obrigada amiga - foi à única coisa que as outras conseguiram ouvir.
Tinha um sorriso malicioso no rosto.
- ...Tem alguém te esperando na biblioteca e se eu fosse você... Não o faria esperar mais!
Olhou para Vanessa que sorria para ela – mas a ignorou completamente – Então Olhou para Emily que estava com o mesmo sorriso.
Saiu correndo e foi direto ao encontro do seu amado
- Obrigada amiga - foi à única coisa que as outras conseguiram ouvir.
Afinal, Lanna estava se movendo tão depressa.
- Você sabe o que ele quer? – perguntou Vanessa a Yukka.
- Não, não - respondeu ela tentando mudar de assunto
- Mas e ai... Fiquei sabendo da sua “amizade colorida e repentina” com o Edward...
As duas continuaram conversando por um bom tempo.
Enquanto Lanna conseguia chegar à biblioteca.
- Eu... Demorei? – perguntou Lanna ao avistar Harry
As duas continuaram conversando por um bom tempo.
Enquanto Lanna conseguia chegar à biblioteca.
- Eu... Demorei? – perguntou Lanna ao avistar Harry
- Demorou pra que? - Perguntou ele, confuso.
Rony e Hermione estavam com ele.
Rony e Hermione estavam com ele.
- Você não me chamou?
- Eu? – perguntou Harry chocado.
Rony abria a boca. Meio caído em cima da mesa olhado sem nenhum animo para um livro.
Hermione estava encostada na estante, lendo um livro.
Ela os espiava de rabo de olho.
- Esquece! – suspirou Lanna.
- Esqueci já! - Disse Harry sorrindo.
Deu meia volta para ir ao salão comunal.
- Eu? – perguntou Harry chocado.
Rony abria a boca. Meio caído em cima da mesa olhado sem nenhum animo para um livro.
Hermione estava encostada na estante, lendo um livro.
Ela os espiava de rabo de olho.
- Esquece! – suspirou Lanna.
- Esqueci já! - Disse Harry sorrindo.
Deu meia volta para ir ao salão comunal.
Ela conseguiu entender a “armação” da Yukka.
- Er... Você tem um minuto? – perguntou ele de repente.
- Claro.
Os dois foram para um canto escondido da biblioteca, perto da seção proibida. O local era tão isolado que passou pela cabeça de Lanna que Harry iria agarrá-la ali.
E gostou da idéia. Mas não queria ter expectativas.
- É sobre o Malfoy. – começou ele
- Malfoy? – perguntou ela decepcionada.
- Ele está atormentando sua amiga não é?
- É.
- Ele está armando um plano para forçá-la a se casar com ele.
- Mas, como é que?
- Só está fazendo isso por causa do dinheiro dela.
- Mas, os Malfoy são ricos!
- Claro.
Os dois foram para um canto escondido da biblioteca, perto da seção proibida. O local era tão isolado que passou pela cabeça de Lanna que Harry iria agarrá-la ali.
E gostou da idéia. Mas não queria ter expectativas.
- É sobre o Malfoy. – começou ele
- Malfoy? – perguntou ela decepcionada.
- Ele está atormentando sua amiga não é?
- É.
- Ele está armando um plano para forçá-la a se casar com ele.
- Mas, como é que?
- Só está fazendo isso por causa do dinheiro dela.
- Mas, os Malfoy são ricos!
- Não são mais.
- Como assim? Você ficou louco?
- Desde a prisão de Lúcio, o Ministério vem os acusando de vários crimes, e obviamente, para não ser presa, Narcisa Malfoy usou a desculpa de que tinha um filho menor de idade para criar. O ministério de mãos atadas resolveu forçá-la a pagar multas. – Harry fez uma pausa para respirar.
Talvez estivesse esperando algum comentário por parte dela.
Infelizmente, Lanna estava chocada demais pra isso.
- Acontece que as multas foram tantas que os Malfoy estão à beira da falência. E para sair do buraco, Draco e a mãe pensaram em forjar um plano para forçar Lorenna ou Brenda se casar com ele.
- Brenda? Brenda Gregorovitch, minha prima? – perguntou chocada.
Harry confirmou.
Fizeram-se alguns minutos de silêncio.
Lanna estava tonta com o impacto da notícia.
Não respirava direito.
Não podia olhar para ele – tinha certeza de que não resistiria.
O corredor era apertado, e estava praticamente colada com Harry.
- Você está bem? – perguntou Harry.
Ela imaginou que deveria ter empalidecido ou corado.
Não saberia dizer.
- Eu... Estou. Acho... – respondeu ela pausadamente.
- Bem... Te contei porque você é minha amiga...
- E as duas são suas amigas... Então... Achei que deveria saber.
- Como descobriu isso? – ela ainda olhava para o chão.
- Eu e o Johnny Depp ouvimos uma conversa dele no corredor com Crabbe. – respondeu ele, sério.
Contemplou o piso por mais algum tempo e decidiu sair do ‘aperto’ sem olhar para Harry.
- Obrigada. – disse quando já estava saindo.
- Lanna.
Harry a agarrou pelo braço. E agora a encarava nos olhos.
Seu coração disparou.
Sabia que não iria agüentar por muito tempo.
Agora estava realmente tonta.
- Oi – disse ela.
Na verdade soou mais como um sussurro, já que sua voz falhou.
- Você, vai ficar bem? – perguntou Harry.
Tinha certeza de que ele examinava seu rosto.
- V-Vou... – gaguejou ela.
Podia sentir o perfume dele.
- Tem certeza? – perguntou ele novamente. – De que... Não precisa de nada?
Aproximou-se mais dela – se é que isso fosse possível.
Sua pele tocava na dele... Podia ver cada detalhe do seu rosto.
Sentiu Harry pegar em sua mão, e quase no mesmo momento, parou de sentir as pernas.
Sabia o que ia acontecer. E queria que acontecesse.
Fechou os olhos.
- Harry... – sussurrou.
- Desde a prisão de Lúcio, o Ministério vem os acusando de vários crimes, e obviamente, para não ser presa, Narcisa Malfoy usou a desculpa de que tinha um filho menor de idade para criar. O ministério de mãos atadas resolveu forçá-la a pagar multas. – Harry fez uma pausa para respirar.
Talvez estivesse esperando algum comentário por parte dela.
Infelizmente, Lanna estava chocada demais pra isso.
- Acontece que as multas foram tantas que os Malfoy estão à beira da falência. E para sair do buraco, Draco e a mãe pensaram em forjar um plano para forçar Lorenna ou Brenda se casar com ele.
- Brenda? Brenda Gregorovitch, minha prima? – perguntou chocada.
Harry confirmou.
Fizeram-se alguns minutos de silêncio.
Lanna estava tonta com o impacto da notícia.
Não respirava direito.
Não podia olhar para ele – tinha certeza de que não resistiria.
O corredor era apertado, e estava praticamente colada com Harry.
- Você está bem? – perguntou Harry.
Ela imaginou que deveria ter empalidecido ou corado.
Não saberia dizer.
- Eu... Estou. Acho... – respondeu ela pausadamente.
- Bem... Te contei porque você é minha amiga...
- E as duas são suas amigas... Então... Achei que deveria saber.
- Como descobriu isso? – ela ainda olhava para o chão.
- Eu e o Johnny Depp ouvimos uma conversa dele no corredor com Crabbe. – respondeu ele, sério.
Contemplou o piso por mais algum tempo e decidiu sair do ‘aperto’ sem olhar para Harry.
- Obrigada. – disse quando já estava saindo.
- Lanna.
Harry a agarrou pelo braço. E agora a encarava nos olhos.
Seu coração disparou.
Sabia que não iria agüentar por muito tempo.
Agora estava realmente tonta.
- Oi – disse ela.
Na verdade soou mais como um sussurro, já que sua voz falhou.
- Você, vai ficar bem? – perguntou Harry.
Tinha certeza de que ele examinava seu rosto.
- V-Vou... – gaguejou ela.
Podia sentir o perfume dele.
- Tem certeza? – perguntou ele novamente. – De que... Não precisa de nada?
Aproximou-se mais dela – se é que isso fosse possível.
Sua pele tocava na dele... Podia ver cada detalhe do seu rosto.
Sentiu Harry pegar em sua mão, e quase no mesmo momento, parou de sentir as pernas.
Sabia o que ia acontecer. E queria que acontecesse.
Fechou os olhos.
- Harry... – sussurrou.
Ouviu-se um estrondo. Os dois se afastaram assustados.
Um livro havia caído das mãos de Rony, que os contemplava.
- Ah. Desculpem. – disse ele.
Suas orelhas Super vermelhas.
- RONY! – recriminou Hermione, de olhos arregalados.
Ela havia corado. E Harry também.
- Er... Nós... Nós nos falamos depois Harry... Tchau gente! – disse Lanna.
E saiu correndo pelos corredores, como sempre fazia.
Será possível que sempre iria haver alguém para atrapalhar?
Mesmo ainda não sentindo suas pernas, decidiu procurar Lorenna e Brenda para conversar.
Precisava alerta-las sobre o plano podre de Malfoy.

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