Capitulo Três
O Seqüestro
Depois de algum tempo desacordada, Lanna despertou.
Onde estava?
O que havia acontecido?
Demorou um pouco até ela lembrar que a resposta-chave era Lord Voldemort.
Mas porque ela?
Afinal de contas, o mesmo estava atrás da namorada de Harry - Cho Chang – e mesmo nessa situação, pensar no nome dela lhe causava um profundo enjôo.
Será que ele havia mudado de idéia? E capturar um amigo dele?
Mas, porque ela?
Era apenas uma conhecida de Harry. Ele andava com Rony e Hermione.
Olhou ao redor.
Lanna estava em um quarto, sujo, velho, escuro, abandonado, mal cuidado...
... Ela tinha trocentos adjetivos para aquele lugar e nenhum era bom.
- Droga, onde será que está a minha varinha? – perguntou a si mesma. Começou a tatear pelo quarto mal iluminado,
Ela deveria estar lá, não é? – pensou ela. - Ou será que havia perdido?
Mas a sua busca foi interrompida por alguém pequeno e desconhecido.
Ele abriu a porta, deixou uma bandeja e saiu apressado.
Ela se aproximou com cuidado.
No prato tinha algo gosmento, que lhe embrulhava o estômago, do lado tinha um pão, que dificilmente ela conseguiria comer e no copo, demasiado sujo, diga-se de passagem, tinha cerveja amanteigada...
Era nojento olhar para “comida”.
Lanna preferiu continuar a procurar a sua varinha, revirou o quarto inteiro e NADA!
Era lógico que já a tinham tirado dela, a busca foi inútil.
Lanna não se deu convencida e continuou a busca incessante pela sua varinha, mesmo sabendo que não iria adiantar.
Depois de perceber mais uma vez que todo seu esforço era em vão, seu único refúgio foram às lágrimas.
Ela chorava, chorava como uma criança ao perder algo importante.
Suas lágrimas não eram de medo, mas sim pelo sentimento de inutilidade que sentia em relação a si mesma.
Mas logo se deu conta de que lágrimas não iam ajuda a sair de lá, então resolveu pensar em alguma forma eficaz de se livrar daquela situação. - Ok, onde será que estou? – recomeçou a pensar. E olhou em volta, como se algo naquele lugar fosse lhe dar a resposta. - Quem me trouxe até aqui? A segunda pergunta parecia tola e sem propósito, já que, no fundo ela sabia a resposta.
- Você também acredita nas teorias do garoto Potter? - perguntou uma voz sombria, desconhecida por Lanna e isso a fez prender a respiração e saltar de medo. - O que você quer comigo? – Gritou ela para o ar, já que não havia nada no quarto.
- Com você? Nada. E o Lord das Trevas abriu a porta deformada com um sorriso malicioso, fazendo com que a pobre garota tremesse da cabeça aos pés.
Tentou continuar com uma voz firme. - Então, o que eu estou fazendo aqui?- Pensei que fosse mais inteligente. – disse ele, ainda sorrindo - Você é apenas uma isca.
- Claro que tive a certeza que era isso. – respondeu em um tom ríspido – sei que não significo nada para você. Mas o Harry me disse...
- ‘Mas o Harry me disse’ – repetiu uma voz fina e irônica por trás de Voldemort.
E Belatrix surgiu com uma grande gargalhada estridente.
- Não deveria acreditar em tudo que o bebezinho Potter diz... – respondeu séria a Lanna.
Voldemort parecia ignorar sua presença.
- Ele realmente, deve ter visto e um dos seus sonhos, - continuou Voldemort - que eu pretendia seqüestrar sua namorada.
O sorriso ainda brilhava em seus lábios finos.
- Só tem um problema. – respondeu Lanna.
- E qual é bebezita? – perguntou Belatrix, voltando a sua voz infantil.
- Eu não significo nada para o Harry.
- Como não? – perguntou Lord Voldemort exaltado.
O sorriso sumiu.
- Ele namora Cho Chang. – enquanto falava, via o horror se transformando na face dos dois – Meu nome é Tailanna Rockfeller.
- Não é possível – sussurrou Voldemort.
- ME TROUXERAM A GAROTA ERRADA!
Explodiu ele de repente voltado para Belatrix.
Ela já havia caído no chão feito um bichinho assustado.
Lanna se encolhia na parede. Perguntava-se o que ele iria fazer.
- VOCÊ É TÃO INÚTIL ASSIM? – gritava com ela.
- O Craker, nos deu a informação... Ele disse que ela é a garota que Potter, mas anda! – disse Belatrix em pânico.
As lágrimas escorriam pelo rosto de Lanna novamente. Era Óbvio.
Ela iria morrer.
- Você... – começou Voldemort, voltado para ela.
Ele se aproximava devagar, com a varinha apontada para seu peito.
Seu coração começou a acelerar. Sua respiração estava ofegante.
- ...Nunca serviu para mim em nada. – terminou Voldemort.
Ela virou o rosto e fechou os olhos.
Sabia o que ele ia fazer, e não queria ver.
Curiosamente, nos segundos que lhe restava, pensou nas amigas.
Em Lorenna. Em como não conseguiu fazer as pazes com Vanessa, em como elas aprontavam.
E por último, em Harry, no quanto o amava... Ah Harry...
- Adeus Harry – foi seu ultimo pensamento.
Ouviu Voldemort falar um feitiço – que não reconheceu - e sentiu uma horrível dor em todo seu corpo. Logo caiu no duro chão.
A dor aumentava a cada segundo. Para que fingir? Começou a gritar.
Era como se todo seu corpo fosse esmagado e perfurado por espinhos. A dor era insuportável!
Podia ouvir as gargalhada de Belatrix e Voldemort com seu sofrimento.
Não conseguia mais respirar.
Pedia socorro mentalmente, sabendo que ninguém viria.
Não conseguia falar, sua garganta travou.
Abriu os olhos para encará-los.
A expressão de Voldemort era de prazer. Belatrix sorria como uma louca.
Lanna não conseguia mais gritar. Percebeu que tremia mais do que qualquer outra coisa que pudesse comparar.
Estava morrendo. Sentia sua visão ficar embasada. Estava sufocando.
Então ouviu um barulho enorme. Uma porta sendo arrombada. E a voz de Dumbledore.
E a dor cessou. Sentiu seu corpo parar de tremer, mas ainda não podia respirar. Seus pulmões doíam.
Conseguiu ver por trás de sua vista muito ruim, o Lord e Belatrix, desaparecerem no ar. Gemia de dor.
Seu corpo tentava respirar, em vão. Iria desmaiar.
- Ah meu Deus! Amiga! - gritou Lorenna de algum lugar distante - Vanessa corre aqui!
Não conseguia responder a elas.
- Lanna? O que fizeram com você? Lanna! - Gritou Harry ao entrar e vê-la no chão.
Assim que sentiu ele a agarrá-la pela cintura, sussurrou baixinho antes de perder os sentidos.
- Eu te amo...
Ouvia vozes conversando. Não conseguia identificar de quem.
Seu corpo doía, mas já havia melhorado em relação à dor inicial.
Abriu os olhos.
Reconhecia aquele teto. Estava na enfermaria de Hogwarts.
- Lanna! Lanna! Você acordou! – gritou Harry.
Não viu de onde ele saiu. Mas tinha se esquecido do quanto o sorriso dele era lindo.
- Você está bem? – perguntou ele, com cara de preocupado, segurando em sua mão.
Ela o admirou calada por alguns instantes, e logo após sorriu.
- Bem melhor agora.
Depois de algum tempo desacordada, Lanna despertou.
Onde estava?
O que havia acontecido?
Demorou um pouco até ela lembrar que a resposta-chave era Lord Voldemort.
Mas porque ela?
Afinal de contas, o mesmo estava atrás da namorada de Harry - Cho Chang – e mesmo nessa situação, pensar no nome dela lhe causava um profundo enjôo.
Será que ele havia mudado de idéia? E capturar um amigo dele?
Mas, porque ela?
Era apenas uma conhecida de Harry. Ele andava com Rony e Hermione.
Olhou ao redor.
Lanna estava em um quarto, sujo, velho, escuro, abandonado, mal cuidado...
... Ela tinha trocentos adjetivos para aquele lugar e nenhum era bom.
- Droga, onde será que está a minha varinha? – perguntou a si mesma. Começou a tatear pelo quarto mal iluminado,
Ela deveria estar lá, não é? – pensou ela. - Ou será que havia perdido?
Mas a sua busca foi interrompida por alguém pequeno e desconhecido.
Ele abriu a porta, deixou uma bandeja e saiu apressado.
Ela se aproximou com cuidado.
No prato tinha algo gosmento, que lhe embrulhava o estômago, do lado tinha um pão, que dificilmente ela conseguiria comer e no copo, demasiado sujo, diga-se de passagem, tinha cerveja amanteigada...
Era nojento olhar para “comida”.
Lanna preferiu continuar a procurar a sua varinha, revirou o quarto inteiro e NADA!
Era lógico que já a tinham tirado dela, a busca foi inútil.
Lanna não se deu convencida e continuou a busca incessante pela sua varinha, mesmo sabendo que não iria adiantar.
Depois de perceber mais uma vez que todo seu esforço era em vão, seu único refúgio foram às lágrimas.
Ela chorava, chorava como uma criança ao perder algo importante.
Suas lágrimas não eram de medo, mas sim pelo sentimento de inutilidade que sentia em relação a si mesma.
Mas logo se deu conta de que lágrimas não iam ajuda a sair de lá, então resolveu pensar em alguma forma eficaz de se livrar daquela situação. - Ok, onde será que estou? – recomeçou a pensar. E olhou em volta, como se algo naquele lugar fosse lhe dar a resposta. - Quem me trouxe até aqui? A segunda pergunta parecia tola e sem propósito, já que, no fundo ela sabia a resposta.
- Você também acredita nas teorias do garoto Potter? - perguntou uma voz sombria, desconhecida por Lanna e isso a fez prender a respiração e saltar de medo. - O que você quer comigo? – Gritou ela para o ar, já que não havia nada no quarto.
- Com você? Nada. E o Lord das Trevas abriu a porta deformada com um sorriso malicioso, fazendo com que a pobre garota tremesse da cabeça aos pés.
Tentou continuar com uma voz firme. - Então, o que eu estou fazendo aqui?- Pensei que fosse mais inteligente. – disse ele, ainda sorrindo - Você é apenas uma isca.
- Claro que tive a certeza que era isso. – respondeu em um tom ríspido – sei que não significo nada para você. Mas o Harry me disse...
- ‘Mas o Harry me disse’ – repetiu uma voz fina e irônica por trás de Voldemort.
E Belatrix surgiu com uma grande gargalhada estridente.
- Não deveria acreditar em tudo que o bebezinho Potter diz... – respondeu séria a Lanna.
Voldemort parecia ignorar sua presença.
- Ele realmente, deve ter visto e um dos seus sonhos, - continuou Voldemort - que eu pretendia seqüestrar sua namorada.
O sorriso ainda brilhava em seus lábios finos.
- Só tem um problema. – respondeu Lanna.
- E qual é bebezita? – perguntou Belatrix, voltando a sua voz infantil.
- Eu não significo nada para o Harry.
- Como não? – perguntou Lord Voldemort exaltado.
O sorriso sumiu.
- Ele namora Cho Chang. – enquanto falava, via o horror se transformando na face dos dois – Meu nome é Tailanna Rockfeller.
- Não é possível – sussurrou Voldemort.
- ME TROUXERAM A GAROTA ERRADA!
Explodiu ele de repente voltado para Belatrix.
Ela já havia caído no chão feito um bichinho assustado.
Lanna se encolhia na parede. Perguntava-se o que ele iria fazer.
- VOCÊ É TÃO INÚTIL ASSIM? – gritava com ela.
- O Craker, nos deu a informação... Ele disse que ela é a garota que Potter, mas anda! – disse Belatrix em pânico.
As lágrimas escorriam pelo rosto de Lanna novamente. Era Óbvio.
Ela iria morrer.
- Você... – começou Voldemort, voltado para ela.
Ele se aproximava devagar, com a varinha apontada para seu peito.
Seu coração começou a acelerar. Sua respiração estava ofegante.
- ...Nunca serviu para mim em nada. – terminou Voldemort.
Ela virou o rosto e fechou os olhos.
Sabia o que ele ia fazer, e não queria ver.
Curiosamente, nos segundos que lhe restava, pensou nas amigas.
Em Lorenna. Em como não conseguiu fazer as pazes com Vanessa, em como elas aprontavam.
E por último, em Harry, no quanto o amava... Ah Harry...
- Adeus Harry – foi seu ultimo pensamento.
Ouviu Voldemort falar um feitiço – que não reconheceu - e sentiu uma horrível dor em todo seu corpo. Logo caiu no duro chão.
A dor aumentava a cada segundo. Para que fingir? Começou a gritar.
Era como se todo seu corpo fosse esmagado e perfurado por espinhos. A dor era insuportável!
Podia ouvir as gargalhada de Belatrix e Voldemort com seu sofrimento.
Não conseguia mais respirar.
Pedia socorro mentalmente, sabendo que ninguém viria.
Não conseguia falar, sua garganta travou.
Abriu os olhos para encará-los.
A expressão de Voldemort era de prazer. Belatrix sorria como uma louca.
Lanna não conseguia mais gritar. Percebeu que tremia mais do que qualquer outra coisa que pudesse comparar.
Estava morrendo. Sentia sua visão ficar embasada. Estava sufocando.
Então ouviu um barulho enorme. Uma porta sendo arrombada. E a voz de Dumbledore.
E a dor cessou. Sentiu seu corpo parar de tremer, mas ainda não podia respirar. Seus pulmões doíam.
Conseguiu ver por trás de sua vista muito ruim, o Lord e Belatrix, desaparecerem no ar. Gemia de dor.
Seu corpo tentava respirar, em vão. Iria desmaiar.
- Ah meu Deus! Amiga! - gritou Lorenna de algum lugar distante - Vanessa corre aqui!
Não conseguia responder a elas.
- Lanna? O que fizeram com você? Lanna! - Gritou Harry ao entrar e vê-la no chão.
Assim que sentiu ele a agarrá-la pela cintura, sussurrou baixinho antes de perder os sentidos.
- Eu te amo...
Ouvia vozes conversando. Não conseguia identificar de quem.
Seu corpo doía, mas já havia melhorado em relação à dor inicial.
Abriu os olhos.
Reconhecia aquele teto. Estava na enfermaria de Hogwarts.
- Lanna! Lanna! Você acordou! – gritou Harry.
Não viu de onde ele saiu. Mas tinha se esquecido do quanto o sorriso dele era lindo.
- Você está bem? – perguntou ele, com cara de preocupado, segurando em sua mão.
Ela o admirou calada por alguns instantes, e logo após sorriu.
- Bem melhor agora.
________________________________________
Capítulos Três e Quatro,
tiveram a colaboração de Paulla Casaes.
Obrigada Paulla.
Breve, Quinto Capítulo.

1 Comentários:
oi tchuquinha ta muito liindo tudo isso, vc poderia ser escritora além q escreve muito bem ta show viu,tai eu n li tudo mais quando eu tiver com bom humor eu leio belê
beijos!!!! '
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial